domingo, 29 de abril de 2012

Chove


Chove no meu telhado,
chove e a janela está aberta,
eu me recuso a fechá-la,
 E eu frente dela permaneço de pé.

Vento corte meu rosto,
chuva congele meu corpo,
Mas minha alma permanecerá intocável.

Tentaram cortar a minha lua nova,
 tentaram fazer chover sangue,
minha lua, bela lua,
está alta demais para ser tocada.

A chuva bate em minha face,
mas a janela eu não fecharei,
ficarei de pé até o ultimo segundo,
e mais além.

O meu sol virá me aquecer,
enxugar todas as minhas lágrimas,
e me trazer nova vida. 




Este poema foi escrito por: Aline Hipólito

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